A Casa Abandonada.
Olá Queridos, que
Deus abençoe o nosso final de semana e nos guie sempre para termos vida plena
em Cristo Jesus, a vinda do mestre não tardará, estejamos preparados para este
evento, boa reflexão!
Lembro-me da
emoção de entrar naquela casa. Ouvi falar dela mas só a conheci depois
que outros já a tinham conhecido, os que foram antes de mim, anunciaram a
beleza que encontraram. Era um sonho tornado realidade, uma meta alcançada.
A casa era bem
pequena, mas quem reparava nisso? Era tudo muito simples, para quê mais do que
aquilo? Os móveis eram a sobra da casa principal, mas quem não sonha em ter uma
segunda casa onde possa colocar o que não quer mais onde mora?
Nada se
desperdiça, agora tudo poderia ir para uma sonhada segunda casa.
Era o nosso
cantinho, refúgio certo nos finais de semana, o palco principal para o
natal em família. Quarenta e quatro quilômetros de
esperança entre o caos da cidade e o “paraíso”.
O problema é que
nós seres humanos nos sofisticamos com facilidade. Esquecemos onde começamos,
quem éramos. Vamos ficando chatos, exigentes. A sombra da mangueira que dantes
descansava até a alma, agora incomoda com as tantas folhas que caem no chão.
A casa ficou
abandonada. Esquecida. Suja. Quem se lembra que já fora um palácio.
Pois é, e o
que é mais intrigante é que o “palácio” não chega aos pés da choupana que nos
fazia transbordar em risos, comunhão e amor!
A segunda casa é
o Batismo com o Espírito Santo
A casa abandonada
é o Primeiro amor perdido
O “palácio” é a
Religião


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